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Estudante do Pará cria projeto para purificar água com caroços de açaí

Jovem da cidade de Moju, no Pará, Edivan Pereira Maia criou uma solução para a falta de tratamento adequado da água nas regiões periféricas e ribeirinhas do município desenvolvendo um tipo de carvão com o caroço do açaí para filtrar e purificar a água para o consumo. 

 

O projeto do estudante de 19 anos ganhou o 1º lugar na categoria Ensino Médio do XXVII Prêmio Jovem Cientista. A competição é promovida anualmente pelo CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), e tinha “Água – desafios da sociedade” como tema desta edição.

Edivan lembra que a pesquisa partiu de problemáticas já existente na sua região: "Juntamos a questão da falta de água potável com a forma inadequada de descarte do caroço do Açaí. O questionamento partiu do que poderíamos melhorar na qualidade de vida das populações ribeirinhas do Rio Moju", contou.

A primeira fase do projeto, que envolveu a realização de uma pesquisa sobre os hábitos de consumo de água no município, revelou a dimensão do problema: 40% dos moradores ingerem água direto da torneira e 64% dessas pessoas tiveram doenças relacionadas ao consumo da água não tratada.
Para resolver a situação, o estudante resolveu investigar as propriedades do açaí e descobriu que o caroço da fruta é um material orgânico rico em carbono, ideal para produzir carvão que pode ser usado em filtros para purificar a água e torná-la potável.
O aluno aplicou o processo químico de ativação no caroço para produzir o carvão sob a orientação do professor Valdemar Carneiro Rodrigues Júnior, que dá aulas de Física e Química. Para concluir o experimento, Edivan testou a eficiência do carvão acondicionado em uma vela de filtro simples e descobriu que a água tratada pelo método realmente se tornava adequada para consumo. Em análises realizadas, o jovem também constatou que o carvão do caroço de açaí é mais eficiente que o carvão ativado industrializado.

 

O trabalho completo do aluno pode ser conferido neste link.
 

Fonte: CNPq.

Imagem: CNPq.

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